Quinta-feira, 18 de Novembro de 2010

Galo (teste)


(Pastel seco sobre papel colorido A3 - ver maior aqui)

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Rabiscado por bid às 22:56
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Quarta-feira, 22 de Setembro de 2010

A história (16)

Passaram-se meses e meses iguais. Apesar da situação, não me deixei perder, não cedi! Continuei a amá-la todos os dias um pouco mais!
Ao longo de todo este tempo deu para a conhecer melhor... mostrou-me como era sem as sabrinas! E era linda...! Mostrou-me todo o seu ser... o que mais ninguém viu! Fiquei a conhecer cada parte e a venerar ainda mais o conjunto!!
Mas ao se mostrar sentiu-se envergonhada.
Os seus pés ainda tinham uns laços que não a deixavam movimentar.
Ela ansiava dar passos, correr, saltar! Aqueles pés foram feitos para dançar!!
Eu sabia disso e nunca a deixei... Não seria essa limitação que faria desistir! Então insisti, ajudei! Sorrimos, amámos e vivemos como pudémos... todo este tempo foi à espera deste momento: está a um movimento de os fios caírem...
Estávamos os dois nervosos...

E pensei:
*Qual será a sua escolha?*
*Desde o primeiro dia que dançar comigo era o que ela queria, mas viveu todo este tempo desta forma que pode-se ter habituado e achar que isto é o certo.. é o que basta!*
*Dará o gesto que falta?*

Só queria que a minha Sabrinas viesse até mim para seguirmos a vida que tanto desejámos... mas só ela podia fazer algo... aquele era o momento da escolha.
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Rabiscado por bid às 00:00
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Quinta-feira, 17 de Dezembro de 2009

Riscos que fazia nas aulas (1)

 

 

Geologia de Portugal - Aulas de manhã é o que dá

(Maior aqui)

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Rabiscado por bid às 16:39
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Quarta-feira, 16 de Dezembro de 2009

A história (15)

 Ela sentia-se presa. Deixou-o. Continuou a sentir-se presa...

Quando a conquistou foi como se tivesse também comprado uma casa nova. Nos primeiros tempos, tratou de a decorar com o que havia de melhor até sentir que  tinha conquistado um lar. Depois, sim, fez o que a maioria faz: perdeu o interesse. Então começou a deixar acumular pó e só dava uma arrumadela quando recebia visitas. Havia dias em que comprava um quadro novo para tapar a húmidade da parede, esquecendo-se que só estaria a tapar os olhos, o problema continuava lá. Mas ficava bem, e tudo se mantinha delicadamente bonito.

Quando a peça principal decidiu partir (a que trazia harmonia e sentido ao conjunto), viu que nunca iria encontrar nenhuma igual que a substituísse e, com o receio de ter que redecorar toda a casa, preferiu mantê-la presa com cola e fios de sediela de modo a ninguém perceber.

 

Eu não entendia a lógica disso, pois mais ninguém iria morar numa casa assim. Sei é que as pessoas cegam quando acham que o que estão a fazer é o certo, e munidos dessa certeza, fazem coisas inimagináveis, levando tudo à frente!

 

Mas ela respeitava e cuidava em demasia das pessoas, e mesmo se me custava era assim que dela gostava!

 

Aguarela sobre papel

(ver maior aqui)

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Rabiscado por bid às 18:30
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Quarta-feira, 11 de Novembro de 2009

Desejos...(4)

Que na matemática das emoções, tudo deixe de ser igual a X e passe a ser igual a D.

 

(Word)

 

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Rabiscado por bid às 11:38
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Terça-feira, 10 de Novembro de 2009

Os meus animais (2)

Rinoceronte (marcador sobre papel)

(ver maior aqui)

 

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Rabiscado por bid às 13:12
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Sexta-feira, 6 de Novembro de 2009

Caricaturas (teste)

 

(Lápis de grafite sobre papel A3 - ver foto do modelo aqui)

 

(Alguém sabe que tipo de papel é o melhor para isto e onde se compra cones de grafite como os senhores que desenham nas ruas do Algarve?)

Rabiscado por bid às 12:14
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Quinta-feira, 5 de Novembro de 2009

Os meus animais (1)

 

Elefante (marcador sobre papel)

(ver maioraqui)

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Rabiscado por bid às 13:14
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Sábado, 31 de Outubro de 2009

Desejos... (3)

 

 

Em "o principezinho":

- Vai rever as rosas. Tu compreenderás que a tua é a única no mundo. Tu voltarás para me dizer adeus, e eu te farei presente de um segredo.Foi o principezinho rever as rosas:

- Vós não sois absolutamente iguais à minha rosa, vós não sois nada ainda. Ninguém ainda vos cativou, nem cativastes a ninguém. Sois como era a minha raposa. Era uma raposa igual a cem mil outras. Mas eu fiz dela um amigo. Ela á agora única no mundo.

E as rosas estavam desapontadas.

- Sois belas, mas vazias, disse ele ainda. Não se pode morrer por vós. Minha rosa, sem dúvida um transeunte qualquer pensaria que se parece convosco. Ela sozinha é, porém, mais importante que vós todas, pois foi a ela que eu reguei. Foi a ela que pus sob a redoma. Foi a ela que abriguei com o pára-vento. Foi dela que eu matei as larvas (exceto duas ou três por causa das borboletas). Foi a ela que eu escutei queixar-se ou gabar-se, ou mesmo calar-se algumas vezes. É a minha rosa.

 

 

Acordar de coração cheio, com uma rosa a bater na janela ao sabor do vento, é algo que me faz pensar...

(até porque tenho o quarto no 1º andar)

 

Fotografia (ver maior aqui)

 

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Rabiscado por bid às 15:22
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Quinta-feira, 22 de Outubro de 2009

A história (14)

O "MAS” era o último limite que ela tinha imposto. Apesar de ser o último era o mais lógico. Era a barreira à nossa felicidade, felicidade que não podia existir visto estar presa a alguém desde o primeiro minuto. Para mim era frágil e transparente como vidro e para ela forte e espessa como rocha.

Tentei. Deste lado chamei, gritei, mostrei que podia não passar de um montinho de areia, enviei mensagens para o lado de lá, mas a resposta era sempre a mesma: “há algo entre nós”.

Passei então a duvidar. Não havia solução e o tempo passava. A partir desse momento,  todo o passado parecia ter sido escrito a tinta em que cada “não” era uma gota de água que caia sobre ele e que o borrava, ficando sem se perceber o significado das palavras.

Foi então que descobri que se tivermos muito para dar e ele for estrangulado, canalizado ou diminuído só porque “não pode ser”... o resultado são lágrimas.

 

 

 

Aguarela sobre papel

(ver maior aqui)

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Rabiscado por bid às 14:00
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Terça-feira, 20 de Outubro de 2009

Desejos... (2)

 

 

 

Fotografia e photoshop (ver o que não faz sentido aqui)

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Rabiscado por bid às 15:00
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Quinta-feira, 3 de Setembro de 2009

Desejos... (1)

 

 ... FECHA-A COM FORÇA ...


... E VAMOS CONHECER O MUNDO !!

 

 

 

Caneta permanente (como só podia ser) (ver maior aqui)

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Rabiscado por bid às 15:17
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Quinta-feira, 20 de Agosto de 2009

A história (13)

A cabeça por vezes pensa demais e o coração segue-a como se fosse esta fosse o comandante que impõe o passo! Por causa disso andei triste! Foram dias de palavras mal percebidas, de descoberta de algumas (como “ciúme”) e de ausência de outras! Tudo isto sem motivo, pois ela voltou!

Na mala, ocupou o espaço que tinha guardado para trazer os“souvenirs”, com todos os beijos e os abraços perdidos! Durante dias senti o que uma criança sente às zero horas do dia 25! (Chego a pensar que essa felicidade só atinge tais níveis devido aos dias de espera e angústia que o precedem! Mas depois é tão bom…)


Revivi dezenas de vezes o meu primeiro beijo! Bastava haver um pequeno intervalo de olhares, para recomeçar tudo de novo. Todos os sentidos se apressavam a colocar-se na linha de partida. Nos lábios sentia-se a tensão, as gotículas de suor colocavam-se à espreita, o sangue acumulava-se nas extremidades e todos esperavam o toque. Com os lábios a tocarem-se havia o disparo do coração que fazia com que o sangue viesse todo até ele! As pernas ficavam a levitar, o tremor passava em forma de onda para todo o corpo despertando o calor e fazendo-me assistir a um fogo-de-artifício com cores nunca antes vistas (Deve ser esse o motivo porque se beija de olhos fechados).


À noite revia a nossa história vezes e vezes. Se participasse nos jogos olímpicos, seria a prova de corrida de barreiras. Para cada momento conquistado, tinha que se dar três passos atrás (apanhar balanço), dar o salto e no fim não era certo ganharmos alguns metros. As barreiras eram os “mas” que surgiam quando tudo parecia correr a grande velocidade. Uma barreira que a cabeça lhe colocava e que o coração tentava que fosse o mais pequena e fina possível. Só que sabia que um dia haveria de aparecer "O" "MAS"...

 

 

Aguarela sobre papel

(ver maior aqui)

 

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Rabiscado por bid às 17:32
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Quinta-feira, 6 de Agosto de 2009

A história (12)

Ela partiu mas eu fiquei.

Desta vez foi para mais longe do que alguma vez tinha ido. Logo agora que o coração sentiu o que nunca tinha sentido!

 

Passei a admirar todos os dias a lua, e todos os dias crescia um bocado. Sabia que, onde quer que estivesse, se olhasse para o céu, estariamos os dois a pensar no mesmo e isso fazia-me ficar ali. Era a nossa forma de dizer "estou a pensar em ti".


 

Mas a lua atingiu o seu máximo e começou a diminuir. E ela não voltou. Nem sabia se ia voltar.

 

Antes de partir segredou-me que gostava de mim... e só esperava que, quando voltasse, continuasse assim...

 

Aguarela sobre papel (O mais rápido que alguma vez fiz)

(Ver maior aqui)

(Ver a lua no seu estado máximo 06-08-2009 - Foto do Gabriel

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Rabiscado por bid às 21:16
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Quarta-feira, 5 de Agosto de 2009

A história (11)


Dias depois voltámos ao mesmo local. Tinha que ser o mesmo já que não era assim que o queríamos recordar. Mas cedo retomou o mesmo caminho.

Ouvi um não que queria dizer sim, um olhar triste à espera de ser mudado e um esquivar de corpo que desejava ser agarrado. Até os diálogos pareciam os mesmos como se de um guião de novela se tratasse. O que não estava escrito era o aparecimento de uma estrela cadente que só eu vi! Como qualquer sonhador aproveitei a ocasião, apesar de nunca ter tido um desejo realizado desta forma.

Rápido chegou a hora do último abraço da noite. Não nos deixámos com receio de ser uma cópia exacta da noite já passada. Com perguntas de criança aproximámo-nos demais: Demais para o que podíamos. Mas não… não era nem mais nem menos do que desejava!

 

 

Explosões de sentimentos e de cores fizeram-me tremer como se de medo se tratasse! Mas não o sentia. Muito pelo contrário, sentia-me em casa, como se tivesse vivido nos seus lábios desde sempre, tal era a sintonia!

Seguiram-se os olhares envergonhados, as palavras aleatoriamente tiradas de um saco de palavras esquecidas.

Depois de cada abraço ela partia sem olhar para trás, e desta vez não seria diferente.

Eu não podia fazer nada a não ser ficar a olhar e aproveitar aqueles segundos que a minha vista ainda conseguia contemplar. Tentei tocar-lhe à distância na esperança de deslumbrar um último sorriso. Mas como qualquer despedida não é o momento para isso..

 

 

Lápis de cera coberto de tinta da china. Raspado à descoberta das linhas feitas. Folha A4

(Para ver maior clicar aqui)

 

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Rabiscado por bid às 19:23
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Segunda-feira, 3 de Agosto de 2009

A história (10)

Por mais anúncios que colocasse parecia não haver resposta.

Várias vezes fui até onde me pudesse ver, mas algo lhe desviava sempre a atenção.

Mais uma vez, quando já nada fazia prever, apareceu, usando como mapa as duas ultimas pistas deixadas.

Tinha-a finalmente à minha frente. Tentámos desenhar com as estrelas, revelámos segredos à lua, ouvimos o que as rãs nos tinham a dizer e discutimos sobre os animais que nos interrompiam! Ainda caminhámos, fugimos, inventámos, sorrimos. Nos intervalos tínhamos conversas banais para passar tempo apesar de que não queríamos que o tempo passasse.

 

Eu sabia que a algum momento ela iria dizer que se tinha que ir embora. Antes de isso acontecer, resolvi pedir o que quis desde o primeiro minuto: um abraço.

Senti-o de olhos fechados para que os outros sentidos obtivessem o máximo do momento. Foi mágico! Durou até ao limite do aceitável e cheguei a pensar que seriamos culpabilizados do aumento da temperatura terrestre, tal era o calor que produzimos!

A partir dessa noite os abraços passaram a ser a desculpa para nos tocarmos. Não eram oferecidos livremente: Eu pedia-os e ela, fazendo-se de difícil, acabava por mos dar (mas de vontade).

 

Chegado o momento do adeus, ela partiu e eu fiquei no mesmo lugar relembrando todos os instantes e sublinhando-os a marcador fluorescente para nunca mais esquecer. Guardei também uma imagem de cada um deles.

 

 

É incrível como continuei a senti-la. Não o seu corpo, mas o seu perfume e a marca dos seus dedos na minha pele, que continua a sentir os pequenos choques eléctricos.

 

Aguarela sobre papel

(ver maior clicando aqui)

 

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Rabiscado por bid às 18:44
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Segunda-feira, 27 de Julho de 2009

A história (8.539)

Imagens retiradas da www editadas em PS

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Rabiscado por bid às 21:46
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Quinta-feira, 23 de Julho de 2009

A história (8.538)

Lápis sépia e sanguínia sobre papel queimado.

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Terça-feira, 21 de Julho de 2009

A história (8.507 a 8.537)

 

Marcador sobre papel em caixas de correio

 

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Domingo, 19 de Julho de 2009

A história (8.6 a 8.506)

 

Impressões em papel de fotocópia e vegetal

(Ver maior aqui)

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Rabiscado por bid às 13:18
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